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Remendo retangular de asfalto novo e, ao lado, um buraco aberto na rua interna asfaltada de um condomínio

Tapa-buraco em Campinas: como consertar buraco e afundamento em área particular

há 10 minutos
6 min de leitura

Precisa de tapa-buraco em Campinas para a rua interna de um condomínio, o pátio de um galpão ou o estacionamento de uma empresa? Em 2026 a chuva veio forte na cidade, e com ela apareceram buracos e afundamentos no asfalto, tanto nas ruas públicas quanto dentro das propriedades. Muitos deles não são "só um buraco": são o sinal de que a água está levando o solo embaixo do pavimento. Neste guia explicamos o que a Prefeitura de Campinas tem encontrado nas ruas, como diferenciar buraco de afundamento, como o reparo deve ser feito e o que mandar para o orçamento da Fatali.

Remendo retangular de asfalto novo e, ao lado, um buraco aberto na rua interna asfaltada de um condomínio
Rua interna de condomínio: à esquerda, remendo recortado em retângulo; à direita, um buraco que ainda espera conserto.

Campinas em números: território grande, muito asfalto para cuidar

Campinas tem 1.139.047 habitantes em 794,571 km², com densidade de 1.433,54 habitantes por km² (IBGE, Censo 2022). É um território enorme para uma cidade só, com área urbana central, distritos, bairros novos nas bordas e muitos condomínios, galpões e áreas logísticas.

E a malha não para de crescer. Segundo a Prefeitura, de 2021 a 2025 foram implantados 206 quilômetros de asfalto e 316 quilômetros de redes de drenagem em mais de 20 bairros e núcleos residenciais. Só em 2025, a Secretaria de Infraestrutura pavimentou 82.824 m² (12,52 km) de vias em 11 bairros. Cada metro novo de asfalto também vira, com o tempo, um metro a mais de manutenção.

2026: mais chuva, mais afundamento

Em outubro de 2026, a Prefeitura mobilizou sete equipes para recuperar galerias de águas pluviais e corrigir afundamentos do asfalto em bairros como Jardim Rossin, Campos Elíseos, Cidade Satélite Íris, Ponte Preta e Vila Paraíso, além da região central e do Ouro Verde. Segundo o secretário municipal de Serviços Públicos, a cidade acumulou 804 mm de chuva entre janeiro e setembro de 2026, cerca de 30% acima dos 619 mm do mesmo período de 2025.

A explicação dada pela Prefeitura ajuda qualquer síndico ou gestor de galpão: quando uma galeria se rompe ou se deteriora, o solo sob o pavimento perde sustentação, e aí surgem buracos e afundamentos. A vida útil média dessas galerias foi estimada em cerca de 40 anos. O conserto segue uma ordem lógica: vistoria de um engenheiro, retirada de parte do asfalto, reparo da galeria e, só depois, recomposição do pavimento com camadas de pedra e brita e massa asfáltica.

Ilustração em corte: galeria pluvial com trinca, solo carreado acima dela e afundamento do asfalto na superfície
Quando a tubulação embaixo do asfalto trinca, a água leva o solo e a superfície cede. Tapar só por cima não resolve.

Buraco ou afundamento? A diferença muda o conserto

  • Buraco (panela): a capa se solta e abre um vazio raso, normalmente onde havia trinca e a água entrou. A base embaixo ainda está firme. Resolve com um tapa-buraco bem feito.

  • Afundamento: a área cede como uma bacia, às vezes sem nem abrir a capa no começo. A causa está embaixo: base fraca, solo carreado, vazamento ou tubulação danificada. Aqui é preciso abrir, achar a causa e refazer a base antes de colocar asfalto.

Dentro de condomínios e empresas, vale olhar em volta: caixas de passagem, ralos e grelhas afundando, sarjeta sem escoar e poças que ficam dias paradas são sinais de que a drenagem está ligada ao problema.

Como o tapa-buraco é feito do jeito certo

A norma DNIT 154/2010-ES trata da recuperação de defeitos em pavimentos asfálticos, e o princípio é o mesmo em rua pública ou em área particular: nada de "jogar massa no buraco". As etapas são estas:

  1. Recorte em retângulo, com bordas retas e verticais, entrando um pouco no asfalto bom em volta.

  2. Retirada do material solto e limpeza do fundo. Se a base estiver molhada, mole ou afundada, ela é removida e refeita com brita compactada.

  3. Pintura de ligação no fundo e nas paredes do recorte, para a massa nova colar no asfalto antigo.

  4. Aplicação da massa asfáltica em camadas e compactação com rolo ou placa vibratória.

  5. Acabamento no nível do pavimento existente, sem degrau e sem "calombo", para a água não parar ali.

O passo a passo completo está no guia Tapa-buraco no asfalto: como fazer do jeito certo.

CBUQ ou asfalto frio?

Para reparos maiores e áreas com caminhão, como docas e pátios de galpão, o indicado é o asfalto quente CBUQ. Para buracos pequenos, emergências ou lugares de acesso difícil, como garagens e rampas, o asfalto frio é uma boa opção. Quando os buracos se espalham pela área toda, o tapa-buraco vira paliativo e é hora de pensar em recapeamento asfáltico.

Rua pública ou área particular: quem conserta?

Buraco em rua pública de Campinas é com a Prefeitura. A Secretaria de Serviços Públicos mantém a operação tapa-buracos, que na semana de 28 de setembro de 2026 passou, por exemplo, pela Rua Altino Arantes, no Jardim das Bandeiras, pela Rua Dr. Quirino, no Centro, e pela Rua Benito Olmos Hernandes, na Vila Rica. Segundo a Prefeitura, a programação das equipes sai de levantamentos técnicos e dos pedidos dos moradores, que podem ser registrados pelo telefone 156 ou pela Ouvidoria Municipal.

Já dentro de áreas particulares (rua interna de condomínio, estacionamento de loja, pátio de transportadora, acesso de indústria, posto de combustível) o conserto é do proprietário. É nesse tipo de área que a Fatali faz tapa-buraco em Campinas.

Quanto custa o tapa-buraco em Campinas

O valor depende do número e do tamanho dos buracos, da profundidade, do estado da base (se precisa refazer ou não), do material (CBUQ ou asfalto frio) e do acesso para a equipe. Quando o caso pede asfalto em área maior, a referência da pavimentação asfáltica é de R$ 90 a R$ 200 por m², dependendo da espessura. Fotos e medidas já ajudam a separar o que é tapa-buraco simples do que precisa de reparo profundo.

O que mandar para o orçamento de tapa-buraco em Campinas

  • endereço ou bairro da obra em Campinas;

  • fotos de cada buraco, de perto e de longe, com algo que dê noção de tamanho;

  • quantidade e tamanho aproximado dos buracos, ou a área total em m²;

  • se há afundamento, poça parada, ralo ou caixa de passagem cedendo;

  • tipo de tráfego: só carros, ou também caminhões e empilhadeiras;

  • acesso para caminhão, horários permitidos e o prazo desejado.

Quer entender outros serviços na cidade? Leia o post sobre empresa de pavimentação em Campinas. Para obras na Grande São Paulo, veja o tapa-buraco em São Paulo, a guia extrusada em Barueri e a pavimentação asfáltica em Mauá. Mais conteúdos na categoria SP do blog.

Perguntas frequentes

A Prefeitura de Campinas tapa buraco em condomínio?

Não. A operação tapa-buracos da Prefeitura atende ruas públicas, com pedidos pelo telefone 156 ou pela Ouvidoria. Ruas internas de condomínio, estacionamentos e pátios particulares são responsabilidade do proprietário ou do condomínio.

Por que aparecem tantos buracos depois da chuva?

A água entra pelas trincas, enfraquece a base e solta a capa. Em 2026, a Prefeitura de Campinas registrou 804 mm de chuva de janeiro a setembro, cerca de 30% a mais que no mesmo período de 2025, e associou parte dos afundamentos a galerias pluviais danificadas.

Qual a diferença entre buraco e afundamento no asfalto?

O buraco é a capa que se soltou sobre uma base ainda firme. O afundamento é a área que cede porque o problema está embaixo, na base, no solo ou na tubulação. O afundamento precisa de reparo profundo, com a base refeita, antes do asfalto.

Qual o melhor asfalto para tapa-buraco?

Para reparos maiores e tráfego pesado, o CBUQ (asfalto quente). Para buracos pequenos ou emergências, o asfalto frio. Nos dois casos, o buraco deve ser recortado, limpo e receber pintura de ligação antes da massa.

Quanto custa o tapa-buraco em Campinas?

Depende do tamanho, da profundidade, do estado da base e do material. Para asfalto em área maior, a referência é de R$ 90 a R$ 200 por m², dependendo da espessura. Envie fotos e medidas pelo WhatsApp (11) 94075-0816 para receber o orçamento.

Conclusão: tapa-buraco em Campinas começa pela causa

Depois de um ano chuvoso como 2026, o tapa-buraco em Campinas precisa ir além da massa na superfície: é preciso ver se o buraco é só da capa ou se a base e a drenagem cederam. Recorte bem feito, base firme, pintura de ligação e compactação certa fazem o remendo durar, e evitam pagar duas vezes pelo mesmo buraco.

Peça seu orçamento de tapa-buraco em Campinas

A Fatali avalia os buracos e afundamentos, indica se o caso é de tapa-buraco, reparo profundo ou recapeamento e executa o serviço em CBUQ ou asfalto frio em condomínios, galpões e estacionamentos.

📞 (11) 94075-0816 (WhatsApp) · 📍 R. Dumontina, 99 - Vila Nivi, São Paulo - SP · 🌐 www.fatali.com.br

Autor: Kaio César Vidigal, Fatali Asfalto.

Fontes

  • IBGE – Censo Demográfico 2022, tabela 4714 (população, área e densidade de Campinas/SP): servicodados.ibge.gov.br · IBGE Cidades

  • Prefeitura de Campinas, 24/01/2026 – Pavimentação avança em Campinas e Prefeitura prepara ações de 2026: campinas.sp.gov.br

  • Sampi Campinas, 28/10/2026 – Asfalto cede e Campinas corre para consertar galerias (dados da Secretaria de Serviços Públicos): sampi.net.br

  • Sampi Campinas, 01/10/2026 – Serviços Públicos atua em cinco pontos de Campinas nesta semana (operação tapa-buracos, 156): sampi.net.br

  • DNIT 154/2010-ES – Recuperação de defeitos em pavimentos asfálticos: gov.br/dnit

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Fatali - Empresa de Asfalto - SP

R. Dumontina, 99 - Vila Nivi, São Paulo - SP, CEP 02251-050

Horário: segunda a sexta, das 8:00 às 17:00

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